Arquivos da categoria: Filosofice é coisa séria

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13 Reason Why e o Bullying

Por Eduardo Carvalho.

Vamos falar de coisa séria hoje. Nesse fim de semana, comecei a assistir “13 Reasons Why”, série nova do Netflix, que aborda o suicídio de uma garota aos 16 anos. Para explicar o motivo pelo qual tomou esta atitude extrema, Hannah Baker grava 13 fitas K7, listando as treze razões e as pessoas que “influenciaram” (bem entre aspas) sua decisão.

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Me, myself and I

Por Eduardo Carvalho.

Certa vez, li uma crônica da Lia Luft, chamada “Relacionamento Perfeito”, onde a escritora diz que eventualmente um casal precisa tirar seu contrato da gaveta e discutir novamente seus termos. Essa crônica me marcou e  me fez questionar uma coisa: quando chega a hora de tirar o meu contrato pessoal, individual e intransferível da gaveta, como vou discutir meus termos comigo mesmo?

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Resistir às mudanças, por quê?

 Por Eduardo Carvalho.

Eu sempre fui uma pessoa extremamente resistente à mudanças. No menor sinal delas acontecendo, a ansiedade já tomava conta e era natural ficar confabulando um milhão de cenários, sem mesmo ter vivenciado a experiência. Me lembro de uma discussão com um amigo de dizer que ” eu era daquele jeito e que nunca ia mudar”. Que equívoco.

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#drops by Nath: colocando o copo na mesa.

“Uma psicóloga estava caminhando pela sala de aula, enquanto ensinava uma classe de alunos dedicados a lidar com o estresse. Enquanto ela levantava um copo d’água, todos esperavam que ela fosse perguntar o dilema do ‘copo meio cheio ou meio vazio’. Ao invés disso, com um sorriso no rosto ela perguntou: ‘quanto pesa esse copo com água?’. As respostas variaram de 200 até 400 gramas.

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Que ninguém nos ouça!!!!

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Por Claudia Campanhã

Aaaaahhhh, que saudade! Quanto tempo sem escrever pra você que nos lê por aqui!!!

A distância necessária do notebook, para colocar as ideias nos lugares certos, e o descansar do corpo, testado ao limite em 2016, só aumentou minha vontade de estar aqui, fazendo o que mais amo: alimentar esse blog com tudo aquilo que acredito para levar a você,  um refresco da realidade de todos os dias.

Nesse período de festas/recesso, consegui terminar um livro que estava com muita vontade de ler: “Que ninguém nos ouça: Terapia virtual entre duas mulheres”. E que leitura deliciosa, viu?

Cris Guerra, que eu amo por ser a pessoa mais entendida de moda nesse país, e ainda, ser dona de um estilo incrível, entre outras qualidades, e Leila Ferreira, jornalista, escritora e palestrante, são duas mineiras cheias de delicadezas, mesmo quando precisam ser fortes.

li2Cris, à esquerda, e Leila: força e delicadeza para falar de temas femininos e dos enigmas da alma…

Mesmo com amigos em comum e tantas semelhanças de vida que poderiam ter provocado uma aproximação entre as duas, pessoalmente, o encontro dessas mulheres se dá de fato, de forma virtual.

Tudo começa com um e-mail que Cris envia à Leila (quando ainda não eram amigas), por ocasião do lançamento de um livro. Voltando de uma viagem a Buenos Aires e tendo o tal livro de Leila como companhia, Cris resolveu enviar uma mensagem à autora, elogiando o trabalho, que havia realmente mexido com os sentimentos dela. O primeiro e-mail é respondido…aí vem um outro e começa com isso, um bate-papo que durou aproximadamente quatro meses!!!

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Recortes do dia a dia, de mulheres muito diferentes, aparentemente, fazem com que a curiosidade sobre o próximo “e-mail”, ou melhor, página do livro, aumente conforme a leitura.

Entre um e-mail e outro, inicia-se ali uma série de desabafos e confidências, com direito a lágrimas e risadas. Exatamente como deve acontecer num bate-papo com amigos. O título fala de terapia virtual, talvez como uma forma de chamar atenção para essa longa e curiosa conversa, mas a meu ver, o que ocorre ali é uma manifestação da mais pura e genuína  amizade, dessas que não precisam da presença física para ter valor e importância.

São várias histórias com as quais nós, mulheres, nos identificamos imediatamente e nos fazem ficar com vontade de também participar daquele diálogo, oras engraçado, oras melancólico e profundo, oras absolutamente redentor. Testemunhando o relacionamento entre essas amigas, sentimos que não estamos sozinhas em nossas dúvidas, alegrias e dissabores. Dentro da gente, nasce uma faísca, um impulso em direção às mudanças dentro e fora de nós mesmas.

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A troca de emails ricos e cheios de sentimento se transformaram em crônicas para aquecer o coração, a qualquer tempo…mas neste início de ano, elas causam um impacto ainda maior!

Ler esse livro representou para mim, um belo  encerramento de ciclo e o começo de outro, que particularmente, espero que seja diferente em muitas coisas. O que li me fez refletir sobre o real papel das amizades hoje e deu novo significado a essa modalidade de relacionamento.

Pra iniciar esse 2017, aumentei minha dose de esperança e subi o nível da minha expectativa, porém, sem achar que tudo PRECISA dar certo. Na verdade, acontecerá só aquilo que realmente tiver que acontecer. E quando a gente pensa dessa forma, sem o desejo de controlar os resultados  consequências, o medo de que as coisas possam dar errado, simplesmente desaparece.

Em resumo, e voltando a falar do título, quando se diz “Terapia Virtual entre duas mulheres”, concluo que a verdadeira terapia não ocorre somente entre as escritoras, mas com quem lê o livro, se transformando assim, numa terapia bem mais abrangente do que elas poderiam ter imaginado.

É claro que agora, só resta a você terminar de ler esse post e sair correndo em busca do seu exemplar. 😉

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Que tal nossa sugestão de férias?

Fotos: Reprodução

 

 

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Drops# Quem a Gente Quer Ser, por Nath

 Desculpa, mas você sabe como eu sou… Sempre que alguém me diz isso, fico meio chocada, porque me parece que, apesar de sentir muito por agir daquele jeito, a pessoa acredita que nasceu daquela forma e de fato não pode fazer nada para mudar quem é e a maneira como se comporta. Mas posso te contar? Dá para mudar sim.

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