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As vantagens de ser invisivel

As Vantagens de Ser Invisível

Por Eduardo Carvalho.

Cinema é uma das minhas grandes paixões. Desde pequeno, sempre me encantei em como a sétima arte consegue despertar sentimentos  e me motivar a pensar fora da caixinha. Essa semana revi “As Vantagens de Ser Invisível” e este filme definitivamente merece um post. MERECE! Para mim,  ele está na prateleira de filmes como “ Sociedade dos Poetas Mortos” e “O Clube dos Cinco”.

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Lambe-lambe em casa!

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Por Claudia Campanhã

Caaaaaaaalma, senhoras e senhoreeeeeeees! Não é pornografia, nem patifaria, o título do post! Aqui é coisa fina, minha gente! Vamos falar de decoração descolex pra casa, para o escritório, ou para o seu cafofo, se é assim que você chama o espaço onde vive.

Certamente você já viu alguns cartazes na rua, pregados  na parede ou nos postes, com tipografia diferente, colorida e todo o tipo de mensagem, não é? Esses cartazes são os lambe-lambes, um tipo de arte ligada ao grafite e uma intervenção urbana em que são disseminados conteúdos de poesia, propagandas  e até ilustrações.

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O visual moderninho, com um certo toque de rebeldia, não é à toa! O lambe-lambe surgiu lá pelos idos de 1454, época do Renascimento, e tinha a função de retratar  a Paris boêmia daquele tempo. Mais tarde, o recurso foi aproveitado na Rússia para fazer propaganda política, e também durante o nazismo. Muito tempo depois, no Brasil, os lambe-lambes tiveram grande importância na época da ditadura militar, sendo o meio de comunicação usado pela resistência e pela polícia, para divulgar procurados pelo regime.

Hoje, os lambe-lambes retomaram a função de espalhar arte e aos poucos, vem reaparecendo no cenário das grandes cidades e…por que não, nas paredes de dentro de casa, também. A ideia de considerar o lambe-lambe como um acessório de decoração, inclusive, é genial porque é acessível, fácil de reproduzir e o efeito é incrível.

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Não ficou um chuchuzinho essa parede com apenas uma coluna de lambe-lambe? Foto:  Blog Minha Casa Minha Cara

Dá para substituir o papel de parede pelos cartazes. O papel ultrafino é o mais indicado e deve ser colado na parede com uma mistura de cola branca e água, que produzem aquele enrugado todo especial no papel, que é a cara dessa técnica. O sulfite também pode ser utilizado, mas o efeito fica diferente.

Os cartazes podem ser fabricados com serigrafia, estencil ou podem ser baixados de sites que disponibilizam alguns modelos, gratuitamente, para impressão. Para quem não está afim de bagunçar a casa, pode também aderir ao lambe-lambe em plaquinhas, que podem ser penduradas ou apoiadas em móveis e que modificam o astral dos ambientes. Veja algumas ideias.

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O lambe-lambe é um recurso que deixa o ambiente mais despojado, no entanto, o excesso de informação pode enjoar. A dica é aplicar os papéis em menor quantidade, no caso de espaços em que você permanece por bastante tempo, ou aplicação aos montes em paredes que você vê pouco, criando um “detalhe” no décor.

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Em ambientes mais sisudos, o cartaz quebra o climão. Como nem sempre dá para colar os papéis na parede, recorra a quadros com essa estética do lambe-lambe.

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Existem lojas especializadas em decoração que vendem kits com um composê de cartazes, coordenados pelos tons ou pelo tema . Fica bacana, mas não é exclusivo.

Fotos : Reprodução

Já é fevereiro? Ah, então é CARNAVAL!!!

Por Claudia Campanhã

As férias já se foram. As aulas, retornaram. O ritmo da cidade volta aos poucos a ser caótico e frenético.  O que se vê pela frente? Um ano inteiro de trabalho? NÃAAAAAAAO! Vem acenando o esperado, idolatrado e querido CARNAVAL!!!

E não importa se sobrou grana depois do material escolar e do IPVA, ok? Carnaval é uma festa de todos e pra todos. Mesmo quem não curte essa época, acaba se beneficiando com os dias de folga que incluem feriado, emenda e quarta-feira de cinzas. E se você acha que é só no Brasil que isso acontece, pasme: no Uruguai, a folia dura um mês!! E se chover, eles prolongam a festa pelo equivalente aos dias “não aproveitados”!!! É praticamente um upgrade da Bahia, minha gente!

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Animada que sou, já fico penso em como serão os meus dias de farra (quem vê pensa que sou mega descolada, mas na real sou mãe de família, dona de casa, empresária e isso significa que sou ‘out’ do circuito de bloquinhos e coisas da moda). Se não rolar aquela merecida viagem para uma pousadinha em algum lugar do interior,  vou dançar, literalmente, nas matinês do clube com a Lolô.

Quem sabe pinta um din-din extra para dar pinta num camarote na avenida!! Sonhar é grátis, né? De qualquer forma, decidi que vou me jogar em acessórios divertidos para comemorar a temporada e sendo assim, já estou de olho nas novidades . Make caprichada não pode faltar, fantasia me dá um pouco de aflição, mas vai que srge algo fresquinho e estiloso! Meu foco é em acessórios para o cabelo. Dá uma olhada e diga o que acha:

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Miga, é só brincadeira, tá? Não empolgaaaaaaaaaa! E larga a mão de ser ridícula!

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Meu cabelo está curto agora, mas se não estivesse, faria esse. Uma rabo de cavalo, fitas amarradas por cima do elástico e basta trançar cada ponta junto com o cabelo. Pra finalizar, uma flor ( arrancada do vaso da recepção do prédio) e pronto!!

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Essa opção não é carnavalesca, mas te dá liberdade, estilo e se o lenço for coloridão, fica perfeito. Porque se você  é descolada, baby, tem mais é que sair assim no carnaval, mesmo!!!!

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Faça assim: pegue os novelos de lã da vó, acessa um tutorial do Youtube e aprenda a fazer pompons, fofis! Se não usar na tiara, como nesse modelo, vai arrebentar de vender!!! 

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Isso é muito chique e estiloso! Tem uma ‘pegada’ dos anos 30, de look de melindrosa, que é puro charme. O lance é prender o cabelo e finalizar com essas faixas  elástico, que geralmente vêm com pedraria, flores, sabe qual?

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Essa ideia também é fácil de seguir. Uma faixa fina de tecido e elástico e fitas, flores e tiras de tecido é o que você vai precisar para compor esse acessório. Dá pra usar com cabelo solto, trança e e rabo de cavalo. O melhor, parece não incomodar e não é pesado…

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Nota 10 no quesito luxo, poder e glória!!! Acredito se possa ser feita com uma faixa mais grossa de tecido e presa à cabeça com elástico. As borboletas certamente são pregadas. São patches rebordados com miçangas!!! Os fios são de linha de algodão e vidrilhos…

Fotos: Redprodução

 

 

Brazil, Sao Paulo, Edificio Copan by Oscar Niemeye

É pique, é pique, pique!

Por Eduardo Carvalho.

Sempre tive uma relação de amor com São Paulo. Me recordo quando pequeno, ao vir passar as férias aqui, que pensava, ” um dia ainda vou morar aqui”. E esse dia chegou, há 17 anos atrás e praticamente me tornei um paulistano por adoção. Essa cidade me recebeu de braços abertos mostrou  que  sempre posso ser mais do que aquilo que pretendia.

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Que ninguém nos ouça!!!!

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Por Claudia Campanhã

Aaaaahhhh, que saudade! Quanto tempo sem escrever pra você que nos lê por aqui!!!

A distância necessária do notebook, para colocar as ideias nos lugares certos, e o descansar do corpo, testado ao limite em 2016, só aumentou minha vontade de estar aqui, fazendo o que mais amo: alimentar esse blog com tudo aquilo que acredito para levar a você,  um refresco da realidade de todos os dias.

Nesse período de festas/recesso, consegui terminar um livro que estava com muita vontade de ler: “Que ninguém nos ouça: Terapia virtual entre duas mulheres”. E que leitura deliciosa, viu?

Cris Guerra, que eu amo por ser a pessoa mais entendida de moda nesse país, e ainda, ser dona de um estilo incrível, entre outras qualidades, e Leila Ferreira, jornalista, escritora e palestrante, são duas mineiras cheias de delicadezas, mesmo quando precisam ser fortes.

li2Cris, à esquerda, e Leila: força e delicadeza para falar de temas femininos e dos enigmas da alma…

Mesmo com amigos em comum e tantas semelhanças de vida que poderiam ter provocado uma aproximação entre as duas, pessoalmente, o encontro dessas mulheres se dá de fato, de forma virtual.

Tudo começa com um e-mail que Cris envia à Leila (quando ainda não eram amigas), por ocasião do lançamento de um livro. Voltando de uma viagem a Buenos Aires e tendo o tal livro de Leila como companhia, Cris resolveu enviar uma mensagem à autora, elogiando o trabalho, que havia realmente mexido com os sentimentos dela. O primeiro e-mail é respondido…aí vem um outro e começa com isso, um bate-papo que durou aproximadamente quatro meses!!!

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Recortes do dia a dia, de mulheres muito diferentes, aparentemente, fazem com que a curiosidade sobre o próximo “e-mail”, ou melhor, página do livro, aumente conforme a leitura.

Entre um e-mail e outro, inicia-se ali uma série de desabafos e confidências, com direito a lágrimas e risadas. Exatamente como deve acontecer num bate-papo com amigos. O título fala de terapia virtual, talvez como uma forma de chamar atenção para essa longa e curiosa conversa, mas a meu ver, o que ocorre ali é uma manifestação da mais pura e genuína  amizade, dessas que não precisam da presença física para ter valor e importância.

São várias histórias com as quais nós, mulheres, nos identificamos imediatamente e nos fazem ficar com vontade de também participar daquele diálogo, oras engraçado, oras melancólico e profundo, oras absolutamente redentor. Testemunhando o relacionamento entre essas amigas, sentimos que não estamos sozinhas em nossas dúvidas, alegrias e dissabores. Dentro da gente, nasce uma faísca, um impulso em direção às mudanças dentro e fora de nós mesmas.

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A troca de emails ricos e cheios de sentimento se transformaram em crônicas para aquecer o coração, a qualquer tempo…mas neste início de ano, elas causam um impacto ainda maior!

Ler esse livro representou para mim, um belo  encerramento de ciclo e o começo de outro, que particularmente, espero que seja diferente em muitas coisas. O que li me fez refletir sobre o real papel das amizades hoje e deu novo significado a essa modalidade de relacionamento.

Pra iniciar esse 2017, aumentei minha dose de esperança e subi o nível da minha expectativa, porém, sem achar que tudo PRECISA dar certo. Na verdade, acontecerá só aquilo que realmente tiver que acontecer. E quando a gente pensa dessa forma, sem o desejo de controlar os resultados  consequências, o medo de que as coisas possam dar errado, simplesmente desaparece.

Em resumo, e voltando a falar do título, quando se diz “Terapia Virtual entre duas mulheres”, concluo que a verdadeira terapia não ocorre somente entre as escritoras, mas com quem lê o livro, se transformando assim, numa terapia bem mais abrangente do que elas poderiam ter imaginado.

É claro que agora, só resta a você terminar de ler esse post e sair correndo em busca do seu exemplar. 😉

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Que tal nossa sugestão de férias?

Fotos: Reprodução

 

 

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Decoração à la Amélie

Por Eduardo Carvalho.

Delicadeza e otimismo. Assim podemos definir o filme ” O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”. Lançado em 2002, a película alcançou status de clássico de cinema francês por conseguir transmitir uma mensagem otimista aos telespectadores, sem soar piegas. Essa coisinha fofinha configura no meu rol de filmes prediletos.

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