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#drops by Nath: colocando o copo na mesa.

“Uma psicóloga estava caminhando pela sala de aula, enquanto ensinava uma classe de alunos dedicados a lidar com o estresse. Enquanto ela levantava um copo d’água, todos esperavam que ela fosse perguntar o dilema do ‘copo meio cheio ou meio vazio’. Ao invés disso, com um sorriso no rosto ela perguntou: ‘quanto pesa esse copo com água?’. As respostas variaram de 200 até 400 gramas.

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Eataly??? Vale a visita?

Por Claudia Campanhã

Férias escolares em Sampa. A cidade é repleta de programas e locais interessantes para conhecer e visitar, porém, por onde começar? Escolhi um destino que durante o ano é bem concorrido e mais precisamente no dia 02/01, fui ao Eataly, uma espécie de mercadão ‘gourmetizado’ com restaurantes.

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O “eat”, do verbo “comer”  (em inglês)  + o taly, sufixo da palavra Italy ( Itália em inglês), já dão pistas do que é esse espaço gigante plantado na Vila Nova Conceição. Trata-se de um local onde estão reunidos alimentos italianos diferenciados, onde você pode adquirí-los, degustá-los e ainda aprender sobre eles.

Ali, mais do que fazer compras, você pode participar de tours específicos ligados à gastronomia italiana, pode se inscrever para cursos e eventos e ainda fazer uma bela refeição nos restôs instalados no local. Tem comida para todos os gostos e bolsos. Escolhemos um “Pranzo Veloce”, uma opção mais rápida de cardápio. Fomos de peixe e optamos pelo “prato do dia”, que na ocasião era uma massa com pesto e atum. Bem farto, delicioso e por um preço justíssimo.

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Le Cucine di Eataly. Esse é o restô especializado em peixes.

Esse tipo de almoço vem com sobremesa inclusa, que é retirada na Doceria que fica no pavimento térreo. Em resumo, vale bem e você sai satisfeito, mesmo sendo bom de garfo. Para fazer a digestão pós almoço, hora de dar umas bandas e conhecer o que exibem as prateleiras chiquérrimas do lugar. E aí, meu bem…prepare-se para o susto!!!

Produtos interessantíssimos, muitos deles aposto que você nem ouviu falar, sequer uma única vez na vida…no entanto, tudo bem acima das minhas parcas possibilidades…

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R$59,99 0 kg do pêssego, freguesa e R$30,00 o das cerejas! Repare como brilham as frutinhas!!! Só não dá pra provar, como fazem no mercadão, tá?

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Sim, tem uma gôndola com váaaaaaarios tipos de mel e com blends diferenciados. Outro nível!

Obviamente, parece que os itens disponíveis têm uma qualidade incrível (como disse não pude comprar nada, então estou imaginando), mas os valores são exorbitantes para a brasileirada em crise. Panetone a mais de 600,00? O que justificaria esse valor? E tem também utensílios MARA para a cozinha, como as máquinas de macarrão. Não vamos aqui discutir marcas, mas se as referidas belezocas cumprem o que prometem. Enquanto temos ofertas desse tipo de produto a 150,00 em lojas mais modestas, não há nada por menos de 600,00 no Eataly.

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Eis o panetone surreal, senhoras e senhores! No tamanho e no preço!

Tem uma área de produtos de higiene, com sabonetes líquidos e aromatizadores da Phebo e da Granado, que apresentam preços levemente acima do que se comprássemos diretamente nas lojas das marcas. Ou seja, se você não faz parte da classe mais abastada de nossa sociedade, sairá de lá com as mãozinhas abanando.

Pontos positivos: ar condicionado maravilhoso, atendimento bem feito, diversidade de produtos e originalidade. Encontrei bolos da Confeitaria Colombo (uma joia rara carioca), produtos lac free, pipoca com sabor de paçoquinha e todos os cogumelos comestíveis que você pode imaginar…fresquinhos, de dar água na boca.

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Cogumelos? Temos por R$72,15 3 outras opções por  R$53,59!!! Tudo lindo, não quer levar?

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Produtinhos do coração: a pipoca de paçoca e o bolo de lata da vovó, made in Confeitaria Colombo. Devem ser umas delícias e eu teria experimentado…principalmente o bolo…mas custava mais de R$80,00, migos…

Sendo assim, avaliando prós e contras, o passeio pode ser bem proveitoso se o intuito for conhecer e ter uma experiência diferente. Mas se a ideia é encher as sacolas, faça-me um favor: vá ao bom e velho Mercadão do centro de São Paulo, que é rico em tradição, histórias e tem uma porção de alimentos “italianos” fabricados no Brasil e com qualidade excepcional. Capice?

Fotos: Cool Friends

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Drops by Nath – Todos Podemos ser Heróis!

– Eu queria namorar alguém que me estimulasse a comer bem, a ter uma alimentação saudável, a praticar exercícios e tudo mais. 
– Mas por que você não é essa pessoa que vai influenciar a outra? Por que você sempre tem que se colocar em segundo plano? Seja você essa pessoa que vai mudar a alimentação de alguém, que vai ser um exemplo pra alguém.

Essa história me chegou por email no fim do ano, de um amigo querido que queria compartilhar como às vezes nós olhamos o mundo ao nosso redor por uma perspectiva que pouco nos faz crescer. E a ‘moral da história’ era uma reflexão: por que não podemos nós mesmos ser a nossa própria inspiração para mudar? Para querer ser alguém melhor pra gente e pro mundo? Para superar nossas próprias expectativas?

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No começo do ano passado, no meio do furacão que virou minha vida do avesso, faleceu também David Bowie, um ícone que nos ensinou a transformar nossas dores em arte. E foi de uma música dele que eu emprestei uma frase, que escrevi numa lousa e em qualquer lugar que me fosse visível, como um lembrete diário da nossa força: “we can be heroes” (nós podemos ser heróis). Eu me lembro muito bem do dia em que escolhi escrever isso: eu pensava que, se sobrevivesse a 2016 e às suas incontáveis invertidas, eu me tornaria minha própria super-heroína.

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E foi também outra música que inspirou meu segundo semestre do ano passado, e as muitas mudanças que vieram com ele: no meio de um processo de acompanhamento para lidar com uma questão pessoal super importante para mim, nos pediram para escolher uma música que se tornasse símbolo desta fase. Uma música forte e que fizesse com que a gente se sentisse capaz de enfrentar qualquer coisa, invencível. E eu escolhi “Roar”, da Katy Perry (sou pop haha :)Foi a primeira música que veio à minha cabeça quando me foi pedido isso, e, ao ouvi-la logo em seguida, fiquei muito emocionada ao prestar atenção na letra com cuidado. Uma frase, em especial, chamou a minha atenção: I went from zero, to my own hero (em português, seria algo como “eu saí do zero para me tornar minha própria heroína”)

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Um dos meus “prazeres secretos” (aqueles que a gente evita contar para as pessoas) é assistir aos reality shows de emagrecimento na tevê. Fico sempre impressionada com tamanha força de vontade e poder de transformação dos participantes, com o fato de eles serem capazes de mudar desta forma e começarem uma vida praticamente nova. E a sensação que tenho, quando eles se enxergam essa “nova” pessoa ao final do processo, é exatamente essa: que eles se tornaram seus próprios super-heróis – sua maior inspiração para continuar a lutar e a se superar são eles mesmos.

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Embora ache muito válido termos modelos de pessoas que nos inspirem a ir além (sejam elas famosas ou pessoas do nosso convívio); acredito que a maior força a nos impulsionar pode vir quando temos claro em nossa mente que não é questão de se comparar com os outros ou desejar ser outra pessoa: é sobre superar nossos próprios limites e nos tornarmos a melhor versão de nós mesmos. Como já citei numa cartinha anterior, está ao nosso alcance mudar para ser quem a gente quer ser.

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“Nosso maior medo não é sermos inadequados. Nosso maior medo é não saber que nós somos poderosos, além do que podemos imaginar. É a nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, lindo, talentoso, fabuloso?”. Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Você, pensando pequeno, não ajuda o mundo. Não há nenhuma bondade em você se diminuir, recuar para que os outros não se sintam inseguros ao seu redor. Todos nós fomos feitos para brilhar, como as crianças brilham. (…) Isso não ocorre somente em alguns de nós; mas em todos. Enquanto permitimos que nossa luz brilhe, nós, inconscientemente, damos permissão a outros para fazerem o mesmo. Quando nós nos libertamos do nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará outros.”
(Marianne Williamson)

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E aí? Que tal criar os seus próprios superpoderes e ganhar o mundo? 🙂

Que ninguém nos ouça!!!!

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Por Claudia Campanhã

Aaaaahhhh, que saudade! Quanto tempo sem escrever pra você que nos lê por aqui!!!

A distância necessária do notebook, para colocar as ideias nos lugares certos, e o descansar do corpo, testado ao limite em 2016, só aumentou minha vontade de estar aqui, fazendo o que mais amo: alimentar esse blog com tudo aquilo que acredito para levar a você,  um refresco da realidade de todos os dias.

Nesse período de festas/recesso, consegui terminar um livro que estava com muita vontade de ler: “Que ninguém nos ouça: Terapia virtual entre duas mulheres”. E que leitura deliciosa, viu?

Cris Guerra, que eu amo por ser a pessoa mais entendida de moda nesse país, e ainda, ser dona de um estilo incrível, entre outras qualidades, e Leila Ferreira, jornalista, escritora e palestrante, são duas mineiras cheias de delicadezas, mesmo quando precisam ser fortes.

li2Cris, à esquerda, e Leila: força e delicadeza para falar de temas femininos e dos enigmas da alma…

Mesmo com amigos em comum e tantas semelhanças de vida que poderiam ter provocado uma aproximação entre as duas, pessoalmente, o encontro dessas mulheres se dá de fato, de forma virtual.

Tudo começa com um e-mail que Cris envia à Leila (quando ainda não eram amigas), por ocasião do lançamento de um livro. Voltando de uma viagem a Buenos Aires e tendo o tal livro de Leila como companhia, Cris resolveu enviar uma mensagem à autora, elogiando o trabalho, que havia realmente mexido com os sentimentos dela. O primeiro e-mail é respondido…aí vem um outro e começa com isso, um bate-papo que durou aproximadamente quatro meses!!!

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Recortes do dia a dia, de mulheres muito diferentes, aparentemente, fazem com que a curiosidade sobre o próximo “e-mail”, ou melhor, página do livro, aumente conforme a leitura.

Entre um e-mail e outro, inicia-se ali uma série de desabafos e confidências, com direito a lágrimas e risadas. Exatamente como deve acontecer num bate-papo com amigos. O título fala de terapia virtual, talvez como uma forma de chamar atenção para essa longa e curiosa conversa, mas a meu ver, o que ocorre ali é uma manifestação da mais pura e genuína  amizade, dessas que não precisam da presença física para ter valor e importância.

São várias histórias com as quais nós, mulheres, nos identificamos imediatamente e nos fazem ficar com vontade de também participar daquele diálogo, oras engraçado, oras melancólico e profundo, oras absolutamente redentor. Testemunhando o relacionamento entre essas amigas, sentimos que não estamos sozinhas em nossas dúvidas, alegrias e dissabores. Dentro da gente, nasce uma faísca, um impulso em direção às mudanças dentro e fora de nós mesmas.

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A troca de emails ricos e cheios de sentimento se transformaram em crônicas para aquecer o coração, a qualquer tempo…mas neste início de ano, elas causam um impacto ainda maior!

Ler esse livro representou para mim, um belo  encerramento de ciclo e o começo de outro, que particularmente, espero que seja diferente em muitas coisas. O que li me fez refletir sobre o real papel das amizades hoje e deu novo significado a essa modalidade de relacionamento.

Pra iniciar esse 2017, aumentei minha dose de esperança e subi o nível da minha expectativa, porém, sem achar que tudo PRECISA dar certo. Na verdade, acontecerá só aquilo que realmente tiver que acontecer. E quando a gente pensa dessa forma, sem o desejo de controlar os resultados  consequências, o medo de que as coisas possam dar errado, simplesmente desaparece.

Em resumo, e voltando a falar do título, quando se diz “Terapia Virtual entre duas mulheres”, concluo que a verdadeira terapia não ocorre somente entre as escritoras, mas com quem lê o livro, se transformando assim, numa terapia bem mais abrangente do que elas poderiam ter imaginado.

É claro que agora, só resta a você terminar de ler esse post e sair correndo em busca do seu exemplar. 😉

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Que tal nossa sugestão de férias?

Fotos: Reprodução

 

 

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Drops# Quem a Gente Quer Ser, por Nath

 Desculpa, mas você sabe como eu sou… Sempre que alguém me diz isso, fico meio chocada, porque me parece que, apesar de sentir muito por agir daquele jeito, a pessoa acredita que nasceu daquela forma e de fato não pode fazer nada para mudar quem é e a maneira como se comporta. Mas posso te contar? Dá para mudar sim.

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Elas voltaram!

Por Eduardo Carvalho.

Se você tem mais de 30 anos provavelmente se recorda das irmãs Olsen peticas, arrancando risadas do público, com sua família composta por suas irmãs, pai e tios! Full House foi um sucesso  tão grande durante sua exibição que a abençoada Netflix decidiu fazer um spin off da série, chamada de Fuller House, mostrando como a vida  se desenrolou para os personagens.

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